Inventário de ativos

O colaborador sai, a linha fica. A conta continua no centro de custo errado por meses, porque o inventário mora numa planilha que ninguém atualiza.

O inventário do SGPC é a base contra a qual a fatura é conferida. Se um recurso não está nele, a cobrança desse recurso vira divergência automaticamente.

O que entra no inventário

Ativo O que é rastreado
Linhas móveis Número, plano, operadora, contrato, usuário, centro de custo
Ramais Número, central, usuário, centro de custo
Aparelhos Modelo, IMEI, valor, data de aquisição, responsável
Links de dados Circuito, velocidade, endereço, fornecedor, contrato
Estações de trabalho Hardware e software coletados pelo agente de discovery

Dono e centro de custo

Todo ativo tem responsável e centro de custo. Quando o vínculo muda, a mudança fica datada: o sistema sabe de quem era a linha em março e de quem passou a ser em abril.

É esse histórico que permite ratear o mês de transição corretamente, em vez de jogar a conta inteira no dono atual.

Histórico de movimentação

Cada alteração guarda quem alterou, quando, o valor antes e o valor depois. A troca de plano, a mudança de centro de custo e a transferência entre usuários ficam na trilha de auditoria.

Quando a auditoria interna pergunta por que a conta do centro de custo mudou, a resposta está registrada.

Discovery automático

Um agente instalado nas estações coleta hardware e software e envia o resultado para a plataforma. O inventário de TI se mantém sozinho, sem campanha de recadastramento.

O agente roda em Windows, Linux e macOS, e reporta processador, memória, disco, placa de vídeo, sistema operacional e software instalado.

Linhas ociosas

Linha ativa sem consumo é dinheiro parado. O sistema lista as linhas sem tráfego no período, com o custo mensal de cada uma, para que a decisão de cancelar ou remanejar seja tomada com número na mão.